##plugins.themes.bootstrap3.article.main##

Ana Reis-Cabral https://orcid.org/0000-0002-8501-3374

Susana Sá https://orcid.org/0000-0003-1339-5745

João Pascoinho https://orcid.org/0000-0003-0620-4250

Resumen

Este estudo inscreve-se no âmbito da temática da supervisão e monitorização das estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica, no caso particular, os Departamentos Curriculares. Entendido como um contributo para refletir sobre a prática supervisiva dos Coordenadores de Departamento Curricular, atentamos um olhar às múltiplas dimensões que o desempenho do seu cargo acarreta. Concomitantemente, a temática deste projeto emerge da apreciação concreta de que as dimensões de Coaching Educacional e Inteligência Emocional, assentes num processo de autoscopia, poderão contribuir positivamente para a mudança das praxis pedagógicas e para o incremento do desenvolvimento profissional continuum dos docentes, conferindo-lhes um valor acrescido no que diz respeito à (re)construção dos saberes profissionais praxiológicos. Tem como objetivo compreender os mecanismos e estratégias inerentes ao cargo de Coordenador de Departamento Curricular, ao nível da melhoria da qualidade e da eficácia da sua ação nas dimensões de coaching educacional e inteligência emocional. O Agrupamento de Escolas que servirá de palco para o presente estudo situa-se na zona norte de Portugal, distrito do Porto, na região do Vale do Sousa e Tâmega. Para a ilustração do nosso estudo empírico, recorremos a uma metodologia de natureza qualitativa, fazendo recurso, como técnicas de recolha de informação, ao inquérito por entrevista e à análise documental. Como meio a aplicar para o tratamento de dados será utilizada a técnica de análise de conteúdo. O tratamento e a interpretação dos dados serão realizados com recurso ao software webQDA®. As principais conclusões reportam-se ao facto de que os Coordenadores de Departamento Curricular têm um conhecimento efetivo dos referenciais legais, sustentando algumas práticas preconizadas pelo atual normativo de gestão escolar. Ao nível das dimensões em coaching educacional e a Inteligência Emocional, verifica-se desconhecimento quanto às mesmas, não se constatando certezas de implementação e dinamização conscientes destas dimensões nos Departamentos Curriculares.

Descargas

Los datos de descarga aún no están disponibles.

##plugins.themes.bootstrap3.article.details##

Sección
Estudios empíricos con reflexión metodológica

Cómo citar

Ana Reis-Cabral, Susana Sá, & João Pascoinho. (2022). Supervisão e Monitorização das Estruturas de Coordenação Educativa e Supervisão Pedagógica: As dimensões em Coaching Educacional e Inteligência Emocional . New Trends in Qualitative Research, 12, e609. https://doi.org/10.36367/ntqr.12.2022.e609
Referencias

Alarcão, I., & Tavares, J. (2003). Supervisão da Prática Pedagógica. Uma Perspectiva de Desenvolvimento e Aprendizagem. (2.ª ed.). Livraria Almedina.

Aranda, A. (2013). El coaching como estrategia pedagógica para la mejora del autoconocimiento de los educadores deportivos. Revista de Educación, Motricidad e Investigación, (1), 1-13.

Bardin, L. (2011). Análise de conteúdo. (4.ª ed.). Edições 70.

Becart, A., & Ramirez, J. (2016). Fundamentos del coaching educativo: caracterización, aplicaciones y beneficios desde los cuatro pilares del saber.Retrivied from: https://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=5920225

Brock, V. (2008). Grounded theory of the roots and emergence of coaching (Dissertation - Doctor of Philosophy, International University of Professional Studies), Maui.

Catalão, J., & Penim, A. (2018). Ferramentas de Coaching. (8.ª ed.). Editora Lidel.

Costa, A., & Amado, J. (2018). Análise de conteúdo suportada por software. (2ª ed.). Ludomedia.

Costa, A., Moreira, A., & Souza, F. N. de. (2019). webQDA - Qualitative Data Analysis. Aveiro University and MicroIO. Retrieved from: www.webqda.net.

Coutinho, C. (2021). Metodologia de Investigação em Ciências Sociais e Humanas: Teoria e Prática. (2.ª ed.). Edições Almedina.

Cozby, P. (2003). Métodos de Pesquisa em Ciências do Comportamento. Editora Atlas.

Decker, J., & Cangemi, P. (2018). Líderes Emocionalmente Inteligentes e Comportamentos Auto-Existentes: Algum Relacionamento. Estados Unidos da América.

Decreto-Lei n.º 75/2008, de 22 de abril. Diário da República n.º 79/2008 – I Série. Lisboa: Ministério da Educação.

Decreto-Lei n.º 137/2012, de 2 de julho. Diário da República n.º 126/2012 – I Série. Lisboa: Ministério da Educação.

Goleman, D. (2018). Trabalhar com Inteligência Emocional. (5.ª ed.). Editora Temas e Debates.

Lima, L. (2008). A Escola como Organização Educativa. (3.ª ed.). Cortez Editora.

Lima, C. (2019). Inteligência emocional e satisfação no trabalho. Universidade Federal do Brasil. Retrivied from: https://lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/198029/001099268.pdf?sequence=1&isAllowed=y

Salovev, P., & Mayer, J. (1990). Emotional Intelligence, Imagination Cognition, and Personality. Baywood Publishing.

Miguel, A., Rocha, A., & Röhrich, O. (2014). Gestão Emocional de Equipas. Em Ambiente de Projeto. (5.ª ed.). FCA – Editora de Informática.

Minayo, M. C., & Costa, A. (2019). Técnicas que fazem uso da palavra, do olhar e da empatia: pesquisa qualitativa em ação. Ludomedia.

Projeto Educativo do AE Alfa (2017-2021).

Sá-Chaves, I. (2007). Formação, Conhecimento e Supervisão. (2.ª ed.). Universidade de Aveiro.

Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação (SPCE) (2020). Instrumento de Regulação Ético-Deontológica. Retrivied from: http://www.spce.org.pt/assets/files/CARTA-TICA2.EDICAOFINAL-2020-COMPACTADO.pdf

Whitmore, J. (2011). Coaching, el método para mejorar el rendimiento de las personas. Paidós.